INTERSEÇÕES

O agora e a poesia brigam sempre. Pensa no que seria, por exemplo, do teatro sem o conflito ou a vida sem arranhões. Não há poesia no agora. A poesia é o depois, o depois guardado na poesia, a nostalgia circunscrita a compasso no centro do estádio, a poesia que torna o agora no depois, pontapé de saída, no depois que eterniza e embeleza o agora, fora de jogo mal tirado! Boa tarde. Há qualidade a partir de quantos gostos? Gostos do agora serão gostos do agora ou da série Quanto demora uma publicação a confundir-se no esquecimento? O que é o depois nos gostos do agora? Recalcamento, arte da ausência ou a vida comprimida a um céu do século dezoito.

Cadavre exquis com Celeste Fortes

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